Dado, informação, conhecimento e competência

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As pessoas, através da criatividade, do diálogo, de discussões, do compartilhamento de experiências ou da observação, enfim da interação, criam e desenvolvem novas capacidades de ações produtivas ainda mais eficazes, criam novo Conhecimento Organizacional, as inovações, propiciando à organização o Aprendizado Organizacional Generativo.

O Conhecimento Organizacional é alvo da Gestão do Conhecimento Organizacional preocupada em propiciar o Aprendizado Organizacional, possibilitador da longevidade da organização.

Já a competência, entendida, não só como um conjunto de conhecimentos( aqui muitas vezes entendido também como o simples saber), habilidades e atitudes dos indivíduos, necessários para a organização exercer atividades previamente estabelecidas, leva em conta também o desempenho da pessoa em determinado contexto, em termos de comportamentos adotados no trabalho e realizações decorrentes, sendo alvo dos setores de gestão de pessoas.

Enquanto a Gestão de Competências avalia o funcionário, mesmo com um discurso de reconhecer a importância da instabilidade, da complexidade e dos eventos, normalmente está associada ao pensar tradicional de RH, tendo ou não esse nome. A Gestão de Competências não tem o foco da Gestão do Conhecimento no conhecedor, na importância do conhecimento tácito e em propiciar a emergência de novo Conhecimento Organizacional.

A Gestão do Conhecimento, por sua vez, pode alterar ao longo do tempo as competências que os funcionários precisarão ter para fazer frente às necessidades de Aprendizado Organizacional, realimentando o processo de Gestão de Competências. Não se trata de questionar quem é mais importante, mas de perceber serem atividades distintas, que quando não corretamente implementadas podem se anular.

Por fim, temos uma análise para dados, informação, conhecimento e competência, na intenção de compreender e obter respostas claras e objetivas para suas diferenças conceituais e práticas.

Observamos primeiramente a definição para dados como um caractere exclusivamente objetivo e sem atribuição de sentido que uma vez dotados de significado tornam-se informação, sendo essa relevante ou não dependendo de quem a recebe.